Casa perfeita demais costuma ser fria. Aquela almofada que ninguém encosta, o sofá que parece mais cenário do que convite. Já a casa vivida… essa tem alma. Ela carrega marcas, memórias e pequenas imperfeições que dizem muito mais do que qualquer decoração impecável.
Marcas de uso contam histórias. Um canto gasto, um tecido levemente amassado, uma manta jogada sem cerimônia no sofá. Tudo isso diz: alguém vive aqui. Alguém descansou, riu, chorou, dormiu.
Em 2026, o luxo deixou de ser impecável. Ele ficou humano. Casas passaram a refletir pessoas reais, rotinas reais, vidas em movimento — e não mais uma estética inalcançável de catálogo.
“Onde a vida passa, o afeto fica.”
O conforto não mora na simetria perfeita, mas na liberdade. Liberdade de deitar fora do lugar, de dobrar o lençol sem obsessão, de deixar a casa acompanhar o ritmo da vida.
O podcast “Vibes em Análise” fala muito sobre autenticidade e pertencimento. E casa é isso: o espaço onde a gente não precisa performar.
Se quiser uma referência cinematográfica, pense em “Pequena Miss Sunshine”. Nada ali é perfeito — e talvez por isso tudo funcione tão bem.



Casa amada é aquela que aceita bagunça emocional, silêncio estranho, risada alta e dias sem ordem.
Tecidos macios, cores que aquecem e objetos com memória criam um lar que abraça — sem exigir nada em troca.
Não é sobre ter mais coisas, é sobre se sentir pertencente ao espaço que você chama de seu.
“Onde tem vida acontecendo, tem afeto espalhado.”