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O novo luxo é a calma

Por que 2026 pede menos pressa e mais presença

A gente pisou em 2026 com a sensação de quem chega atrasado em uma festa, todo mundo correndo, postando, respondendo, entregando. E aí vem o convite mais elegante da década: desacelerar. O novo luxo não é o tempo que sobra, é o tempo que a gente escolhe viver devagar. 

Sabe aquela sensação de abrir um vinho e não olhar o relógio? Ou de tomar café da manhã com calma, sem fone, sem notificação, só ouvindo o som da torrada crocante? É isso. A calma virou símbolo de status. 

Durante muito tempo, o luxo foi sobre “ter”: o carro, a bolsa, o tapete persa. Agora, é sobre “ser”. Ser inteiro nas pequenas coisas. Ser presente na conversa. Ser o tipo de pessoa que consegue respirar fundo antes de responder uma mensagem no WhatsApp. 

“Luxo, agora, é tempo, leveza e paz.”

E esse movimento não é só filosófico — ele tem dado as caras na decoração, na moda e até na arquitetura. Casas estão ficando mais claras, com tecidos naturais, texturas suaves e espaços que convidam o corpo a desacelerar. 2026 é o ano em que o aconchego voltou a ser revolucionário. 

Se quiser mergulhar nessa onda, ouve o podcast “Mamilos”, especialmente o episódio “A correria como estilo de vida”. Ele fala sobre como a exaustão deixou de ser troféu. A calma, hoje, é o novo sinal de poder. 

E se você é dos visuais, vale assistir ao filme “Comer, Rezar, Amar” (Netflix) — porque nada representa melhor o luxo de se perder para se encontrar do que a Julia Roberts comendo macarrão em Roma sem culpa nenhuma 🍝. 

A calma também está nas coisas pequenas: no banho demorado com uma toalha felpuda da Camesa, na cama arrumada com lençóis que cheiram a lavanda, ou no simples prazer de dobrar uma manta enquanto o sol entra pela janela. Isso é presença. Isso é luxo. 

O livro “A Arte de Fazer Acontecer”, de David Allen, curiosamente, fala sobre produtividade, mas o que ele realmente ensina é o oposto: que a mente só é criativa quando está tranquila. Calma é o segredo da eficiência — e não o contrário. 

E se quiser uma trilha sonora pra esse mood, coloca “Mystery of Love”, do Sufjan Stevens, e deixa tocar enquanto o dia acontece. O mundo fica mais leve quando a gente desacelera o som. 🎧 

“Hoje, luxo é acordar em paz e dormir sem pressa.”

A calma é também uma forma de resistência. Num tempo em que tudo é urgente, parar é quase um ato político. É dizer: “meu ritmo é meu, e ele não precisa correr pra valer.” 

Então, talvez o grande luxo de 2026 não esteja nas novas tecnologias ou nas viagens caras mas no olhar calmo de quem vive o agora, sem medo de estar offline. 

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