O barulho das festas é bonito. A risada alta, as taças se encontrando, as músicas que ecoam madrugada adentro. Mas existe um outro tipo de celebração que quase ninguém fala: o silêncio.
Aquele momento depois de tudo, quando a casa está meio bagunçada, o glitter ainda brilha no chão e você finalmente respira. Esse é o verdadeiro intervalo da alma.
É ali, no entre, que o corpo entende o que viveu. Que a mente desacelera. E que a gente percebe que o descanso não é ausência de festa, é parte dela. ☕
“Depois do riso alto, vem o silêncio — e nele, a verdade do que sentimos.”
Pense no filme Comer, Rezar, Amar: a protagonista só entende o prazer da vida quando aprende a parar. Às vezes, a pausa é o que faz o próximo capítulo ter sentido. 🎬
Aproveitar o silêncio é quase uma arte. Dá para colocar uma playlist calma (Bossa Nova Café ou Lo-Fi Brasil) e deixar o pensamento vagar sem destino.
Ou talvez acender uma vela, tomar um banho demorado e sentir a água escorrendo devagar tipo uma meditação líquida.



Se for de podcast, fica a dica: o Mamilos traz conversas sinceras sobre o cotidiano; o Bom Dia, Obvious tem aquele tom de amiga que entende suas pausas; e o Calma, Gente! é praticamente um cobertor de palavras.
Nos livros, O Milagre da Manhã, de Hal Elrod, mostra que o verdadeiro renascimento acontece quando o silêncio vira rotina — mesmo que por dez minutos antes do café.
O corpo entende. A casa também. Lençóis limpos, uma toalha macia, o perfume suave no ar… tudo convida a um descanso que é quase um ritual de agradecimento.
“Entre uma celebração e outra, existe um silêncio que também merece ser ouvido.”
É engraçado pensar que a pausa, tão simples, é o que costura os grandes momentos. Sem ela, até a alegria fica cansada.
Então, nesse entre-festas, não se cobre tanto. Deixe o sofá te abraçar, o tempo correr devagar, e o som do nada preencher o ar. Porque o silêncio também dança, só que num ritmo que o coração entende melhor. E não esqueça de me seguir nas redes sociais: Facebook, Instagram, tiktok e muito mais! 💫